quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

Dicas para viver melhor.

1) Consuma alimentos variados em 3 refeições e 2 lanches ao dia. Pular refeições não emagrece e prejudica a saúde;

2) Não subestime um quilinho a mais, corra atrás de perdê-lo antes que ele se transforme em cinco quilinhos;

3) Pratique atividades físicas todos os dias. Na falta de tempo, inclua na sua rotina a prática de andar a pé, subir escadas e dançar. Arrumar seu quarto também queima calorias;

4) Coma arroz e feijão diariamente, acompanhados de legumes e vegetais folhosos;

5) Coma de 3 a 4 porções de frutas, todos os dias, em seu estado natural;

6) Adicione em seu cardápio refeições com carboidratos integrais como pães e arroz;

7) Reduza a ingestão de açúcar associado às gorduras como os sorvetes, chocolates e tortas. Isso não significa abolir a sobremesa dos seus sonhos. Ela só não pode ser uma rotina na sua vida;

8) Na hora do lanche, priorize as frutas ao invés de biscoitos, bolos e salgadinhos;

9) Coma pouco sal. Evite alimentos enlatados e embutidos como salame, mortadela e presunto, que têm muito sal. Evite também adicionar sal à comida já preparada;

10) Beba leite desnatado e consuma produtos lácteos com baixo teor de gordura, pelo menos 3 vezes ao dia.

São medidas práticas e úteis na busca do peso ideal. Mas essa busca é muito mais que uma lista de atitudes. É um ato de carinho e amor por você. É um estilo de vida. Um jeito de viver bem.


 Quem vence as dificuldades só tem a ganhar com o fim do sedentarismo. A prática de atividades físicas queima calorias, ajuda no controle do colesterol, acelera o metabolismo e tonifica os músculos. "Os exercícios regulares melhoram a qualidade de vida e são essenciais para a longevidade"
Nos últimos anos, as pesquisas médicas demonstram que boa parte da falta de saúde é causada pela falta de atividade física. Através da consciência e de mais informações à respeito de cuidados para com a saúde que inclue maior movimentação corporal, as pessoas estão mudando seus hábitos de vida.


Sabemos que o único meio de prevenir os males da inatividade é ter algum grau de atividade física e mental, não durante um mês mas durante toda a vida. Descobrimos que a saúde é, na maioria das vezes, um fator que podemos controlar e que podemos prevenir o surgimento de algumas doenças. Quando nascemos recebemos um corpo saudável e temos o dever de cuidar e zelar por este que é nosso abrigo.

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Culinária do Brasil


A culinária do Brasil é fruto de uma mistura de ingredienteseuropeus, indígenas e africanos.[1] Muitas das técnicas de preparo e ingredientes são de origem indígena, tendo sofrido adaptações por parte dos escravos e dos portugueses. Esses faziam adaptações dos seus pratos típicos substituindo os ingredientes que faltassem por correspondentes locais. A feijoada, prato típico do país, é um exemplo disso.[2] Os escravos trazidos ao Brasil desde fins doséculo XVI, somaram à culinária nacional elementos como o azeite-de-dendê e o cuscuz. As levas de imigrantes recebidas pelo país entre os séculos XIX e XX, vindos em grande número da Europa, trouxeram algumas novidades ao cardápio nacional e concomitantemente fortaleceu o consumo de diversos ingredientes.
A alimentação diária, feita em três refeições, envolve o consumo de café-com-leite, pão, frutas, bolos e doces, nocafé da manhã, feijão com arroz no almoço, refeição básica do brasileiro, aos quais são somados, por vezes, omacarrão, a carne, a salada e a batata e, no jantar, sopas e também as várias comidas regionais.
As bebidas destiladas foram trazidas pelos portugueses ou, como a cachaça, fabricadas na terra. O vinho é também muito consumido, por vezes somado à água e açúcar, na conhecida sangria. A cerveja por sua vez começou a ser consumida em fins do século XVIII e é hoje uma das bebidas alcoólicas mais
No período colonial os portugueses assimilaram os ingredientes dos nativos da África, Ásia e América para sobreviver em terras estranhas, mas também por curiosidade. No Brasil a produção interna de alimentos era limitada, pois a economia estava toda voltada para aexportação.
A atual culinária colonial constituinte das bases culinárias do país pode ser dividida em quatro correntes:[3] a do litoral açucareiro; a do norte; a dosBandeirantes que partiam de Vila de São Paulo do Piratininga; e a quarta, da pecuária.
No norte, os habitantes dependiam mais dos conhecimentos indígenas para sobreviver e para a coleta das drogas do sertão e, por isso, sua alimentação incluía pratos e ingredientes como a carne de peixes como o pirarucu, a carne de jacarés, tartarugas — além de seus ovos — e do peixe-boido qual se fazia também a manteiga, e frutas.
Como o terreno próximo a Vila de São Paulo do Piratininga era inadequado ao cultivo da cana de açúcar, a economia voltou-se para o interior, para a procura de ouro, pedras preciosas e apresamento dos indígenas e, por isso, puderam desenvolver-se lavouras de subsistência. O sistema de plantação dos tupis — aonde se cultivam pequenas áreas estratégicas — foi aproveitado pelos viajantes: plantava-se uma área para que houvesse alimento na viagem de volta.[4] A própria história influenciou a culinária de cada região.